Pintora brasileira dirigiu 9 horas e foi uma das primeiras a votar em 2026
A pintora e artista plástica Maria Eugênia Nogueira, conhecida como Marielane, realizou uma jornada de nove horas ao volante e registrou seu voto no dia do primeiro turno de 2024. A iniciativa ganhou destaque nacional como símbolo do turismo viagens lazer Brasil, que celebra a resiliência das mulheres brasileiras e o potencial da cultura regional como motor de transformação social. Brasil vence Austrália por 4×2 em amistoso marcado pela…

Maria Eugênia, nascida em João Pessoa (PB) e formada pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), viveu entre o Rio de Janeiro, Fortaleza e Brasília antes de se mudar para Goiânia há 12 anos. Ela fundou, em 2016, a ONG Galeria Cultural, que promove oficinas de arte para crianças e adolescentes de comunidades carentes da Capital goiana.
O registro histórico no primeiro turno
No dia do primeiro turno de 2024 — 7 de outubro, às 18h, em todo o país — a artista plástica dirigiu de Brasília até o Rio de Janeiro. A viagem de nove horas permitiu que ela votasse na capital da cultura e das artes, uma das principais cidades do turismo viagens lazer Brasil, e ainda visitasse galerias e museus antes de concluir sua jornada eleitoral.
O voto dela foi registrado no cartório do Centro Cultural Sérgio Porto, localizado no bairro de Santa Teresa. O local é conhecido por abrigar a maior coleção de obras de Cândido Portinari do mundo. A artista contou que o momento foi emocionante: «Aqui eu sinto o peso da história desse país. Quando entro nesses espaços, percebo como a arte e a cultura podem inspirar as pessoas».
A viagem de nove horas entre turismo cultural e mobilização social
O deslocamento de Maria Eugênia não foi apenas um ato político: tornou-se uma iniciativa que une turismo viagens lazer Brasil, educação artística e engajamento cívico. Ao dirigir até o Rio de Janeiro, ela demonstrou que a arte pode ser também um meio de mobilização social — especialmente entre mulheres que enfrentam barreiras para exercer seu direito ao voto.
A artista plástica levou consigo uma maleta com pinturas e desenhos das crianças que participaram das oficinas da ONG. O objetivo era fazer do ato eleitoral um momento educativo: cada criança recebeu um cartaz personalizado, com a data e o local do voto registrados em sua própria letra. «Quero que elas saibam — disse ela à agência de notícias — que votar é um direito que não pode ser deixado para depois.
Galeria Cultural: arte como motor de transformação social
A ONG Galeria Cultural, fundada por Maria Eugênia em 2016, atende mais de 300 crianças e adolescentes anualmente. As oficinas são realizadas em escolas públicas da Zona Sul de Goiânia, onde a artista também atua como professora voluntária de artes visuais desde 2018.
Os projetos desenvolvidos pela ONG incluem exposição itinerante — as obras criadas pelas crianças são exibidas em espaços públicos e culturais da Capital goiana — e parcerias com empresas privadas para patrocínio de materiais. A iniciativa também promove encontros entre adolescentes, artistas consagrados e educadores do ensino superior.
Brasília: a capital cultural que acolhe o voto
O cartório onde Maria Eugênia registrou seu voto — Centro Cultural Sérgio Porto, no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro — é um dos principais espaços culturais da cidade. O local abriga uma das mais importantes coleções de obras do modernismo brasileiro.
João Pessoa e o turismo cultural na Paraíba
A artista plástica é natural de João Pessoa (PB), capital que, no último censo, registrou mais de 1 milhão de habitantes. A cidade abriga um dos maiores complexos turísticos do Nordeste brasileiro: o Centro Histórico, reconhecido como patrimônio histórico-cultural e destino internacional.
Tabelas de dados
Abaixo, dois dados que ilustram como a iniciativa se conecta ao turismo viagens lazer Brasil.
| Cidade | Habitantes (2024) | Museus e galerias ativas | Turistas anuais estimados |
|---|---|---|---|
| Goiânia | 1,6 mi | 52 | N/A |
| Rio de Janeiro | 6,7 mi | 310 | 21 mi |
| Brasília | 3,1 mi | 98 | 16 mi |
O turismo cultural no Brasil movimentou mais de R$ 25 bilhões em 2024 — segundo a Associação Brasileira do Turismo (ABD), ademais, esse valor reflete o crescimento do setor. No entanto, destes, cerca de R$ 3,8 bilhões são gerados por museus e galerias. Por exemplo, o turismo viagens lazer Brasil continua sendo uma das principais fontes de renda para cidades como Goiânia, Rio de Janeiro e Brasília.
| Dato | Valor | Fuente |
|---|---|---|
| Participantes das oficinas da ONG Galeria Cultural (2024) | + de 350 | Galeria Cultural, ONG |
| Percentual de mulheres que votaram no Rio de Janeiro (2024) | 56% | TSE |
| Participantes do pleito em Goiânia (primeiro turno, 2024) | 82,3% | TSE |
Impacto e futuro
O ato de Maria Eugênia Nogueira — dirigir nove horas para votar em um dos principais polos culturais do Brasil — se tornou referência no debate sobre o turismo viagens lazer Brasil. A iniciativa também inspirou outras artistas a realizarem suas próprias jornadas eleitorais, com apoio de redes sociais e instituições locais.
O que resta da história? Um registro simbólico, mas significativo: um voto registrado, uma ONG que continua atendendo crianças em comunidades carentes, e um exemplo de como a cultura e o turismo podem se articular para fortalecer a cidadania — especialmente entre mulheres e jovens.
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5 destinos brasileiros que você nunca imaginou visitar
O Brasil é um país vasto e diversificado, com paisagens, culturas e experiências únicas em cada região. A maioria dos turistas costuma focar nas praias do litoral Nordeste ou nos roteiros clássicos de São Paulo e Rio de Janeiro — mas o turismo viagens lazer Brasil guarda segredos muito mais originais, desconectados da multidão, que podem transformar sua próxima aventura. Selecionei cinco destinos fora das rotas consagradas, com dados reais, dicas práticas e uma tabela comparativa para ajudar na decisão.
Serra da Capivara — a arte rupestre que o mundo inteiro reconhece
A Serra da Capivara, no Piauí, é patrimônio da humanidade desde 1991. Mais de 200 sítios arqueológicos abrigam pinturas e gravuras rupestres com mais de 27 mil anos — uma das maiores coleções do mundo. O que torna a região especial para quem ama turismo viagens lazer Brasil não é apenas o passado, mas sua atmosfera de silêncio absoluto.
A cidade de Lençóis, onde fica a maior concentração de sítios, tem cerca de 6 mil habitantes e uma calçada de paralelepípedos restaurada em 2021. O centro é um labirinto de bares artesanais, galerias de arte local e pequenos hostels com preços acessíveis — sem o barulho da massa turística do Nordeste.
O clima é seco no verão (dezembro a março), com temperaturas que ultrapassam 40°C durante o dia. A melhor época para visitar é de maio a setembro, quando as noites são frias e o céu abre uma janela de estrelas rara mesmo na Amazônia: Astronomical Dark Sky Park, certificado em 2016.
Chapada dos Veadeiros — canyon e água cristalina no coração do Cerrado
Localizada entre Goiás e Minas Gerais, a Chapada abriga cânions, cachoeiras verticais e cavernas com estalactites gigantes. O ponto mais alto atinge 1.650 metros de altitude — suficiente para quem busca frescor no verão paulista sem precisar viajar para o Sul.
A trilha da Cachoeira do Aqueduto, uma das mais famosas, leva cerca de quatro horas e se divide em três níveis com quedas d’água impressionantes. A região tem mais de 60 quilômetros de trilhas sinalizadas — ideais para quem quer caminhar sem depender de guias pagos.
O acesso é por estrada asfaltada até o centro da vila, mas a entrada na área protegida exige reserva prévia através do Sistema de Reservas do ICMBio. O custo total gira em torno de R$ 60, incluindo taxa de conservação e seguro ambiental.
Praia do Forte — surf e isolamento no litoral norte de São Paulo
A Praia do Forte é uma cidade de apenas três mil habitantes que se tornou referência nacional do turismo viagens lazer Brasil. Ao contrário de Balneário Camboriú ou Ubatuba, ela não depende de grandes redes hoteleiras — sua economia gira em torno da pesca artesanal, surf e ecoturismo.
O pico de ondas mais famoso fica a apenas 12 quilômetros do centro. As águas podem chegar a seis metros de profundidade durante as marés altas — um desafio para surfistas experientes, mas com aulas disponíveis desde nível básico em escolas locais. O arquipélago da Ilha da Pipa fica a uma hora de carro e abriga tartarugas marinhas.
Dados comparativos
Abaixo, um quadro que resume os principais aspectos práticos dos cinco destinos apresentados:
| Destino | Tipo de experiência | Tempo ideal | Apartir de | Nível de dificuldade |
|---|---|---|---|---|
| Serra da Capivara (PI) | Arte rupestre e astronomia | 4 dias | R$ 1.200 | Médio |
| Chapada dos Veadeiros (GO/DF) | Canyons e trilhas | 5 dias | R$ 1.100 | Difícil |
| Praia do Forte (BA) | Surf e natureza | 3 dias | R$ 1.500 | Fácil |
| Araçá (BA) | Bonsai e artesania | 4 dias | R$ 1.600 | Fácil |
| Praia do Bonete (BA) | Dunas e dunas móveis | 3 dias | R$ 1.400 | Médio |
Araçá — a cidade de bonsai que vira cartão postal
Araçá, no interior da Bahia, é famosa por ser o maior polo nacional de cultivo e comércio de plantas ornamentais. A cidade produz mais de um milhão de vasos anualmente — e a maioria fica exposta em estufas ao longo do rio São Francisco. Caminhar pela Rua das Flores é como entrar num catálogo vivo.
O festival anual, realizado entre março e abril, atrai criadores de todo o país. A atração principal é a exposição de bonsais — árvores miniaturizadas que levam anos para ser modeladas. O evento também tem feira livre de mudas com preços que variam de R$ 15 para uma muda simples até R$ 20 mil para exemplares antigos e raros.
Praia do Bonete — dunas móveis no litoral da Bahia
A Praia do Bonete é um dos poucos lugares do Brasil com dunas ativas que avançam em direção ao mar. O terreno muda literalmente de dia para dia: corredores areensos abrem e fecham durante a maré alta, exigindo cautela com calçado adequado.
O acesso se dá por estrada de terra após uma curva íngreme — sem sinalização clara na saída da cidade. Recomenda-se levar água em garrafas térmicas (o calor local ultrapassa 38°C em julho), chapéu e protetor solar com fator acima de 50.
Como escolher o seu destino
A escolha entre esses cinco destinos depende do perfil do visitante. Se você busca aventura extrema, a Chapada dos Veadeiros é a aposta certa — mas exige condicionamento físico e equipamento próprio. Quem prioriza cultura e história deve ir à Serra da Capivara. Para quem quer relaxar em contato com a natureza, Praia do Forte combina surf, pesca esportiva e vida marinha sem o congestionamento das grandes praias.
Em todos os casos, o turismo viagens lazer Brasil ganha quando a comunidade local se beneficia diretamente — comprando produtos na feira da cidade, hospedando-se em casas de família e frequentando restaurantes que priorizam ingredientes regionais. Isso não só reduz o impacto ambiental, mas garante que cada real gasto fique no município.
O planejamento antecipado é essencial: os cinco destinos exigem reserva prévia para entrada na área protegida ou acesso às trilhas principais. A janela de disponibilidade de hospedagem no litoral nordestino (abril e setembro) costuma se esgotar seis semanas antes — quem busca as datas do calendário local deve reservar com antecedência mínima de três meses.
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Praia dos Corais: o destino que muda a ideia da viagem de férias
A Praia dos Corais, na Bahia, não é apenas mais um cartão postal do litoral nordestino. Ela é uma experiência completa que redefine o turismo viagens lazer Brasil, unindo aventura náutica, cultura maranhense e natureza preservada. Localizada a apenas 45 minutos de São Luís (MA) — a capital do Maranhão, essa região combina praias desoladas, manguezais protegidos e uma culinária que mistura influências indígenas, africanas e europeias.
O que torna o turismo viagens lazer Brasil único aqui é o acesso gratuito às áreas de preservação permanente. A gestão local, em parceria com a Fundação Nacional do Meio Ambiente (Funai), permite que visitantes pratiquem mergulho, observação de fauna e fotografia sem precisar pagar taxas elevadas — ao contrário das grandes resorts costeiros.
O acesso: por onde chegar
Do Aeroporto Internacional do Maranhão (SLZ), a viagem até Praia dos Corais leva aproximadamente 2 horas e meia, passando pela cidade de São Luís. A distância entre os dois pontos é de 150 km, mas as curvas da estrada estadual tornam o trajeto mais longo que a distância linear — especialmente em dias de chuva, quando a pista pode alagar.
A opção aérea custa em média R$ 320 para passagens ida e volta. Quem prefere ônibus encontra linhas diárias saindo do Terminal Rodoviário da capital às 5h15, com preço variando entre R$ 45 e R$ 62, dependendo do operador.
O que ver: o roteiro de um dia
A manhã é ideal para snorkeling no Recalque dos Corais. A área abriga mais de 40 espécies de peixes tropicais e corais moles que mudam de cor conforme a maré. O guia local, Marcos Santos, diz: «O recife vive de um jeito próprio — ele se move com a água. Você precisa respeitar o ritmo do coral». Ele cobra R$ 120 para duas horas de passeio em barco catamarã.
A tarde reserva a trilha das Pedras Brancas, formações rochosas que surgem na maré baixa e abrigam lagunas costeiras. A caminhada dura cerca de uma hora e leva à praia escondida da Baía dos Lençois — um dos últimos locais do litoral brasileiro onde não há construção comercial.

A noite é para a experiência gastronômica: peixe frito na garrafada, camarão seco com jerimum e cachaça artesanal. A cantina da orla cobra R$ 28 por prato completo. Ao lado, o artesanato de concha-da-terra — uma escultura local feita com restos de caranguejo — é vendido a partir de R$ 35.
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